Saramboke | Elizeu Moreira Paranaguá

Oi gente, tudo bem?

Hoje vim comentar um pouco com vocês sobre o livro Saramboke (Penalux, 2016, 160 p.) do autor baiano Elizeu Moreira Paranaguá. Diferente de Manuel Bandeira, que quer ir para Pasárgada (e de Bruno Félix, que acha que nem tudo são flores no paraíso de Bandeira), Elizeu cria um lugar de onde veio, um lugar de origem do poeta (onde particularmente acabei desejando ir).

Por todos os caminhos que o autor nos leva, vai-nos puxando pelas mãos, às vezes por um caminho todo florido, outras vezes por caminhos arborizados, e todas as vezes sem pressa alguma. Há poemas mais curtinhos, diretos, que quando terminamos de ler não conseguimos ir diretamente para a próxima. Tem de haver uma reflexão demorada e saboreada.

Já diz José Inácio Vieira de Melo, na contracapa: “Dom Elizeu Paranaguá, o Conde dos Lajedos, dentro da sua orfandade, adota todos nós e nos convoca ao seu feudo mágico – as páginas metafísicas do Saramboke – para que dancemos à margem de todas as coisas, como deuses“. E é exatamente isso que Elizeu faz: transforma nosso mundo estático em poesia dançante; poesia essa que transforma o mundo à nossa volta, mas principalmente nosso interior.

Título: Saramboke

Autor: Elizeu Moreira Paranaguá

Editora: Penalux

Páginas: 160 p.

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Adquira seu exemplar clicando aqui.

Para ler um trecho, clique aqui.

[Livro concedido através de parceria com a Editora Penalux]

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