Resenha – Violetas na janela

Violetas na janela é um livro espírita, psicografado por Vera lùcia Marinzeck de Carvalho pelo espírito de Patrícia. Patrícia é uma jovem de 19 anos, vítima de derrame cerebral. Quando chega ao Plano Espiritual, tem contato com sua avó, que também era espírita, e com outras almas que auxiliam quem acaba de chegar na Colônia. Ela passa por diversos locais, como o Teatro, a Biblioteca, a Escola e outros. Com a companhia de Maurício, Ramiro, Arthur e tantos outros espíritos, Patrícia vai descobrindo seu lugar e sua “função” na Colônia.
 
Este entra pro meu Desafio Literário de Fevereiro, como “1 livro de um autor que eu não goste” rs
Sou Católica, mas admiro bastante também o Espiritismo. Porém, o livro conta tantas coisas tão “inacreditáveis”, que não me envolveu em nada. Sim, Patrícia é um espírito bom, que só quer melhorar no Plano Espiritual. Mas ao mesmo tempo, passa a impressão de que em sua vida encarnada, ela foi tão pura, tão “sem-pecados”, que passa a ser ainda mais inacreditável rsrs
Enfim, não gostei do livro e de suas “autoras”.
“As duas classes de homens estão trabalhando na vinha, mas diferem uma da outra. É baseado nesta diferença que vem o pagamento do Senhor. Aos egoístas Deus lhes concede como pagamento o sucesso no plano físico e mental. Baseado em posses, posições, satisfações físicas e mentais.
 
Aos desprendidos, Deus lhes concede a Paz, Amor, Alegria, Felicidades imperturbáveis que não estão ligadas nem ao tempo, nem ao espaço, nem ao pouco ou ao muito, mas sim a um estado de ser. São os filhos queridos do Pai, dos quais Jesus tanto fala.” (p. 58)
 
 

Livro: Violetas na janela
Autor: Patrícia, psicografia de Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho
Editora: Petit
Páginas: 141

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Um comentário sobre “Resenha – Violetas na janela

  1. Olá Daniela, você tem todo o direito de não gostar do livro “Violetas…”. Mas, permita-me esclarecer.
    A Patricia, segundo os próprios amigos que a conheceram era realmente uma criatura doce e sempre bem resolvida – como dizem. A intenção dela ao contar a sua chegada no outro lado da vida foi – sem maiores pretensões – narrar as suas impressões daquele “lugar”. E porque a família tinha uma ligação com os conceitos espiritualista. Assim, toda perspectiva é dela! Por certo, se fosse narrada por um outro Espírito, como o André Luiz, por exemplo, a perspectiva seria outra. Em uma breve comparação, a chegada de André Luiz é marcada por dor e angústia, já a chegada de Patrícia é suave. Não obstante, em se tratando de doutrina recomendaria a leitura de “O Livro dos Espíritos”. Em se tratando de espiritualidade sobre uma perspectiva de cientista e estudioso (psiquiatria) recomendaria “Muitas Vidas, Muitos Mestres – Brian Weiss”. Alguns livros de autores espirituais, embora tenham uma conotação Espírita, não devem ser tratados como livros espíritas, mas tão somente como mediúnicos. E por quê? Porque muitos se distanciam de informações cimentadas pela Doutrina, para adentrar o mundo da perspectiva pessoal, esse é o caso de “Violetas…” Abraço

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