Resenha – Veias em versos

Oi pessoal, tudo bem?

Hoje vim falar sobre o livro de poesias Veias em Versos (Penalux, 2016, 106 p.), de Goimar Dantas.

Acredito muito que quando escrevemos algo profundo e sincero, junto oferecemos nosso sangue e alma. Goimar dá-nos exatamente isso: mostra paixão, coração, sinceridade e força. Com homenagens a outros autores – como Alice Ruiz, Vinicius de Moraes, Manuel Bandeira e Leminski -, e influência nítida de sua vida pessoal, recebemos de presente 68 poesias escritas do ano de 1992 a 2014.

É difícil “escolher” alguma poesia preferida. Gostei de muitas, e a grande maioria me emocionou; em especial “A linha do trem“, onde a autora narra um pouco de sua vivência com seu pai rude, de poucos afetos, mas tão presente nas entrelinhas da memória. A autora narra com facilidade seus amores, ora românticos, ora eróticos.

Goimar Dantas é jornalista, roteirista e escritora. Já escreveu diversos livros, dentre eles Estrelas são pipocas e outras descobertas (infantil, editora Cortez); Cortez: A saga de um sonhador (biografia, editora Cortez – finalista do prêmio Jabuti); e participou da coletânea Texto e Discurso: Confluências (ensaios, editora Mackenzie).

Título: Veias em versos

Autor: Goimar Dantas

Editora: Penalux

Páginas: 106 p.

Adicione no Skoob.

Adquira seu exemplar clicando aqui.

Para ler um trecho, clique aqui.

[Livro concedido através de parceria com a Editora Penalux]

Ca-ta-ri-na, de Thais Laham Morello

Oi gente, tudo bem?

Finalmente eu voltei! Fiquei sem internet por quase duas semanas, o que foi muito triste rsrs. E estava torcendo para voltar logo, afinal julho é o meu mês de férias! Imaginem ficar sem minha Netflix haha.

Hoje vim conversar um pouquinho sobre o livro Ca-ta-ri-na (Carochinha, 2017, 60 p.), de Thais Laham Morello, com ilustrações de Rita Taraborelli.

Catarina chega à sua nova escola, onde todos são iguais: menino levado, menina delicada, com todos andando na linha. Mas Catarina é uma garota diferente: ela é silenciosa, e ao mesmo tempo tagarela (e tem a perna fina). Uma garota discreta e engraçada.

Em seu avesso é a menina mais travessa que pode ser, uma faladeira de primeira mão. Por fora, Cat é discreta (sim, é Cat, porque já tenho intimidade haha), e nem por isso menos doidinha. Até que um dia, Cat conhece um menino, o doce João, que tinha o sorriso mais bonito.

Recebi o livro Catarina, da editora Carochinha, e junto veio um marcador de páginas lindo, e mais uma caixinha, o Tanque da Imaginação – uma espécie de cofrinho, onde a criança pode depositar seus pensamentos (em uma das faces do Tanque, vem um calendário! Adoro isso haha).

Eu comentei em outra postagem que Catarina é o nome da minha sobrinha (que ainda não nasceu, mas nasce agora no final do mês) ❤ E eu fiquei tão feliz em receber este livro! Cat é como irei chamá-la, claro. E por isso já houve uma identificação com a personagem desse livro tão lindo. Um livro que fala sobre a diferença e igualdade. Por fora podemos ser diferentes de nossos amigos; mas por dentro somos todos iguais: com nossas dúvidas, nossas certezas, alegrias ou tristezas. O mais importante mesmo é respeitar a todos, e ter empatia com a dor ou felicidade do próximo 😉

Título: Ca-ta-ri-na

Autor: Thais Laham Morello

Editora: Carochinha

Páginas: 60 p.

Uma nota

Oi gente, tudo bem?

Aqui está. Mas estou sem internet em minha casa, e por isso não estou postando desde o dia 19! E a culpa nem é nossa – as contas estão em dia, viu! haha. Mas a Vivo fez o favor de fazer várias coisas com nossa linha telefônica, e com isso, com a nossa internet. Dizem que irão arrumar até amanhã, mas veremos (a história toda é uma verdadeira novela mexicana!).

Então, até logo mais.

PS: Semana que vem teremos resenhas das editoras Penalux e Carochinha 😉

Desventuras em Série

Oi pessoal, tudo bem?

Nos últimos meses houve um Boom nos blogs e outros meios de comunicação informais sobre a série da Netflix “Desventuras em série”, lançada em 13 de janeiro de 2017. Na época do lançamento, o que muita gente não sabia é que além do filme (com atuação de Jim Carrey), há também a coleção de treze livros, escrita por Lemony Snicket, que começou a ser lançada em 1999 no Brasil, pela editora Companhia das Letras. E é sobre isso que iremos conversar hoje. (Obs: Não irei fazer uma resenha de cada livro, afinal são treze volumes).

Desventuras em série (Companhia das Letras, 2006, 1.400 p.) do autor Daniel Handler ( :O Pois é! Seu codinome é Lemony Snicket), contará a história de três órfãos, os irmãos Baudelaire: Violet, uma garota inventora, Klaus, um leitor nato, e Sunny, uma bebê viciada em morder as coisas. Logo no primeiro livro (Mau Começo), seus pais morrem em um incêndio, e as crianças ficam por conta de um homem chamado Senhor Poe, que é banqueiro. O Senhor Poe tem o dever de conseguir um tutor para as crianças: um parente “próximo” das crianças. Deu-se a má sorte de ser Conde Olaf, afinal, era o que estava num perímetro mais próximo (pois é, Senhor Poe leva as coisas ao pé da letra). Porém, o Conde Olaf é extremamente cruel! Faz com que as crianças sejam suas empregadas, que limpem seus pratos e mansão (caindo aos pedaços, mas ainda mansão), que façam o jantar sem o mínimo de auxílio. Mas a pior das maldades é querer roubar toda a herança dos órfãos Baudelaire. E – acreditem! – ele fará de tudo, tudo para conseguir cumprir seu objetivo.

“Você pode conhecer alguém há vários anos, por exemplo, e confiar totalmente nele como amigo, mas as circunstâncias podem mudar e ele pode ficar com muita fome, e antes que você perceba poderá estar sendo cozido em um caldeirão de sopa, porque não dá para saber com certeza. Eu mesmo me apaixonei por uma mulher maravilhosa, que era tão encantadora e inteligente que eu me sentia confiante de que ela seria minha noiva, mas não tinha como saber com certeza e, cedo demais, as circunstâncias mudaram e ela acabou se casando com outra pessoa, tudo por causa de alguma coisa que ela leu n’O Pundonor Diário”.

Em cada volume, é contada alguma desventura dos irmãos Baudelaire. Com títulos bem sugestivos, e com ilustrações (de Brett Helquist) que dão um algo a mais nas histórias, nós temos um pouco da noção do quanto os órfãos sofreram nas mãos de Olaf. E não somente do Conde, como também de seus comparsas, e de pessoas no mínimo “desligadas”, que não percebiam os disfarces utilizados pelo vilão e sua trupe (sobre isso, quero falar um pouco mais, abaixo)¹.

A linguagem utilizada por Lemony Snicket é muito atraente. Logo no primeiro livro, o autor já nos avisa que é melhor pararmos com a leitura, pois estamos prestes a ler algo extremamente triste. Realmente a história, se formos pensar bem, é bem triste. E mais ainda, o autor vai, em alguns pontos, deixando a leitura repetitiva, e por isso cansativa, para que o leitor realmente desista do livro. Mas os mistérios são tão envolventes, e queremos tanto descobrir como tudo acaba, que nos acostumamos com esse incômodo da repetição (ao menos foi o que aconteceu comigo rs).

Os personagens principais, Klaus, Violet e Sunny são incríveis! Acabei me apegando a cada um deles, e não tenho meu preferido. Me identifiquei em algumas partes com Violet (ao prender o cabelo para conseguir pensar melhor haha), com Klaus (pelo gosto pela leitura), e até mesmo com Sunny (quando eu falo, falo e ninguém me entende hahaha). Conde Olaf, é claro, é um dos personagens mais odiáveis que já encontrei. A cada volume eu ficava mais espantada com as coisas que ele fazia, e me perguntei por diversas vezes se “Desventuras em série” realmente era um livro infantil (ou infanto-juvenil). O Senhor Poe me irritava com aquela tosse inacabável, a trupe me deixava maluca com sua submissão… Mas também existiam as boas pessoas… Que nem sempre conseguiam fazer alguma coisa para ajudar os irmãos Baudelaire.

Eu preciso dizer a vocês que também não tenho um volume preferido. A cada um que eu terminava, eu dizia que era meu favorito haha. A história começa lenta, mas vai se agitando, vão aparecendo novos personagens, novas situações e mistérios a serem desvendados. As maldades do Conde Olaf vão piorando… Mas a coisa mais “triste” para mim foi perceber que Sunny estava crescendo! Fiquei tão apegada à ela, e às suas frases desconexas (“frases” de bebês, para deixar claro… isto é, alguns grunhidos), que quando ela conseguiu formar uma palavra pela primeira vez, fiquei em choque.

Algo que me chamou muito a atenção durante a leitura foi que a cada novo capítulo que Lemony abria, o autor era muito mais do que sarcástico. Muitas vezes, ensinava algo, ensinava alguma palavra ou lição aos leitores. Mas tudo isso feito com seu modo peculiar em escrever (peculiar aqui quer dizer algo como escrever dessa maneira que estou escrevendo agora; explicar o que ele quer dizer, mesmo que seja óbvio, mas em um contexto diferente, ou utilizando cenas ou situações impossíveis de acontecer).

Eu assisti recentemente a um vídeo (logo abaixo), e me lembrei automaticamente sobre o ponto ¹ que comentei ali em cima… Disfarces e poder. Assistam:

No volume 7, A cidade sinistra dos corvos,  o autor nos fala sobre um termo: “psicologia das turbas”. Ele pode ser explicado como sendo, nas palavras do próprio autor: “Tudo o que aquela sentença quer dizer é que se umas poucas pessoas, dispersas no meio da multidão, começarem a bradar suas opiniões, logo a turba inteira irá concordar com elas“. E isso tem muito a ver com o vídeo acima.

No vídeo, Leandro Karnal cita Marcel Conche, e nos diz que: “O tirano tiraniza, graça a uma cascata de tirania. E os tiranizados, para se vingarem, tiranizam os abaixo”. Vemos essa situação no decorrer de todos os volumes da série. Há um tirano “soberano”, que é o Conde Olaf. Os logo abaixo são sua trupe. E a cascata começa a descer… até chegar ao volume 12. E para que vocês me entendam, precisarão ler. (Somente para complementar o vídeo de Leandro Karnal, assistam a este outro, onde o psiquiatra Ricardo Krause diz bem no final do vídeo que “Os seguidores escolhem seu tirano”. É para se pensar, viu?!).

Outra coisa muito interessante que o autor faz: em todos os volumes, Lemony Snicket dedica seu livro à Beatrice, já falecida. E em todos os finais, o autor dá um gostinho do que pode vir a ser seu próximo volume, com uma “carta ao editor”.

É muito difícil explicar o que eu senti com a leitura de todos esses volumes. Desde o primeiro volume até o último, minha leitura durou cerca de nove meses. Tinha aquela sensação de querer terminar para saber o final, e ao mesmo tempo não querer, para que minha leitura durasse eternamente. Lemony me proporcionou muito mais do que boas horas de risadas: me proporcionou uma série de pensamentos sobre minha vida, sobre meus julgamentos, sobre minha empatia, sobre o que eu posso fazer – ou deixar de fazer – para mudar a vida de uma pessoa.

Título: Mau começo (Volume 1)
Autor: Lemony Snicket
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 152 p.

Título: A sala dos répteis (Volume 2)
Autor: Lemony Snicket
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 184 p.

Título: O lago das sanguessugas (Volume 3)
Autor: Lemony Snicket
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 192 p.

Título: Serraria Baixo-Astral (Volume 4)
Autor: Lemony Snicket
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 176 p.

Título: Inferno no Colégio Interno (Volume 5)
Autor: Lemony Snicket
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 200 p.

Título: O elevador Ersatz (Volume 6)
Autor: Lemony Snicket
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 232 p.

Título: A cidade sinistra dos corvos (Volume 7)
Autor: Lemony Snicket
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 232 p.

Título: O hospital hostil (Volume 8)
Autor: Lemony Snicket
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 232 p.

Título: O espetáculo carnívoro (Volume 9)
Autor: Lemony Snicket
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 240 p.

Título: O escorregador de gelo (Volume 10)
Autor: Lemony Snicket
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 280 p.

Título: A gruta gorgônea (Volume 11)
Autor: Lemony Snicket
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 288 p.

Título: O penúltimo perigo (Volume 12)
Autor: Lemony Snicket
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 320 p.

Título: O fim (Volume 13)
Autor: Lemony Snicket
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 312 p.

UnHaul – O que é isso?

Oi pessoal, tudo bem?

Vocês sabem o que é UnHaul? E Book Haul? Vocês já devem ter visto em alguns canais literários (e blogs também!), o chamado Book Haul. Este é um termo em inglês que quer dizer “Aquisição de livros”. Já o “UnHaul” é o contrário: é quando nos desfazemos desses livros rs. No ano passado assisti a alguns vídeos sobre isso, e comecei a refletir com meus botões: por que bulhufas eu tenho tantos livros?! E fui contar quantos eu tinha em minha casa, o total lido e o total “por ler”. Deu um número assustador. Mais de quatrocentos livros sem ler! E uns 300 lidos (totalizando cerca de setecentos).

Desde aquele dia, comecei a me desfazer de alguns livros. Mas me desfazia de uma forma errada: para ter mais espaço, e comprar mais. HAHA Não adiantava nada. Eu me desfazia de alguns que não iria (mais) ler, e comprava alguns de gosto duvidoso (isto é, que eu nem gosto do estilo ou gênero. Mas sim porque “estava barato”).

Assista aos vídeos das meninas:

Biblioteca Básica – Jotapluftz

A magia do desapego – Unhaul Pipoca Musical

Depois de assistir a esses vídeos (e da Nai, que infelizmente não tem mais canal, e nem os vídeos disponíveis rs), passei a me perguntar o porquê de eu acumular tantos livros, se não lerei todos durante minha vida. E porque adquirir mais e mais… Quando assisti ao vídeo da Raquel, do Pipoca Musical, na hora me levantei e me desfiz de quarenta títulos (entre eles, lidos e não lidos). E foi quase uma libertação rs. Na época, até tirei foto e mandei a ela.

A @dani_kanno_bl desapegou tbm! Mais de quarenta livros vão pras mãos de outros leitores. ❤️ #unhaul

A post shared by Pipoca Musical (@pipocamusical) on

Depois disso (vocês podem ver que a postagem é de 2015! rsrs), doei mais um monte de livrinhos. Tentei fazer uma listagem – abaixo -, e gente! Deu muita coisa! Só de pensar que outras pessoas terão oportunidade de ler esses livros, já fico muito feliz. A maioria doei para a biblioteca onde trabalho, e a pública de minha cidade. Mas também dei de presente para amigos, fiz sorteios, dei para parentes…

E sim, ali em cima você leu certo: livros que eu não li também foram doados. Muitas vezes comprei por impulso, ou porque a capa ou título eram legais, ou porque era para “fechar o frete” (isto é, pegar um livro de 10,00, sendo que o frete era 4,00. Tinha aquela ideia de que: vamos gastar mais 6,00 então, e ter um livrinho extra). Alguns títulos ficaram anos em minha estante e sequer foram abertos! – por exemplo, três livros da série The Walking Dead, estavam ainda no plástico!

Pensando seriamente nisso, e somando o quanto de dinheiro estava gastando com livros (que não seriam lidos, e alguns que seriam muito bem lidos, claro rs), desde o dia primeiro de janeiro desse ano, eu não comprei nenhum livro pra mim! Claro que no começo não é nada fácil. É uma tentação estarmos em grupos de Whatsapp (de leitura), curtirmos páginas de promoções, e aqueles e-mails intermináveis da Submarino (que saudade…) e Americanas nos oferecendo livros… Ah, meu Deus! haha  Mas estou firme e forte nessa proposta. Quero primeiro ler tudo quanto é coisa que tenho em minha casa, e reduzir ainda mais a quantidade. Deixar livros que têm algum valor para mim (sentimental, intelectual, etc.); e o restante continuarei doando à biblioteca.

Veja a listagem! (E tem mais que isso! Como não marquei na época o que foi doado, fui analisando pelo Skoob, nos meus livros Lidos, nos meus livros que quero ler. Deu um trabalhão! rsrs).

  1. poem(a)s – e. e. cummings
  2. Fábrica de vespas – Iain Banks
  3. Noites brancas – Dostoievski
  4. Uma criança no inferno – Dave Pelzer
  5. Surtos urbanos – Vera Albers
  6. Quem poderia ser a uma hora dessas? – Lemony Snicket
  7. O outro lado da memória – Beatriz Cortes
  8. Histórias que os jornais não contam – Moacyr Scliar
  9. Sexo na cabeça – Luis Fernando Verissimo
  10. Orgias – Luis Fernando Verissimo
  11. O livreiro de Cabul – Asne Seierstad
  12. A cabana – William P. Young
  13. O diário de Bridget Jones – Helen Fielding
  14. O médico e o monstro – Robert Louis Stevenson
  15. A vida e outros detalhes insignificantes – Danilo Gentili
  16. A última casa da rua – Lily Blake e outros
  17. O menino do dedo verde – Maurice Druon
  18. Bala na agulha – Zeca Baleiro
  19. A princesa que enganou a morte: Contos indianos
  20. Sussurro – Becca Fitzpatrick
  21. Crescendo – Becca Fitzpatrick
  22. Elite da tropa 2 – Luiz Eduardo Soares e outros
  23. Noites de tormenta – Nicholas Sparks
  24. Retalhos de vida – Nelsinho Correa
  25. O azarão – Markus Zusak
  26. O solista – Steve Lopez
  27. Minha ideia de diversão – Will Self
  28. Guia politicamente incorreto da história do Brasil – Leandro Narloch
  29. Quem é você, Alasca? – John Green
  30. A massagista japonesa – Moacyr Scliar
  31. Poesia essencial – Roseana Murray
  32. Feliz ano novo – Rubem Fonseca
  33. Amor eterno – Barbara Cartland
  34. Patch Adams: O amor é contagioso – Patch Adams
  35. Ciclo da lua – César Magalhães Borges
  36. A volta ao mundo em 80 dias (adaptação) – Julio Verne
  37. Noite em claro – Martha Medeiros
  38. A mulher mais linda da cidade – Charles Bukowski
  39. Histórias para ler sem pressa – Mamede Mustafa Jarouche
  40. Adolescente poesia – Sylvia Orthof
  41. Pomba enamorada e outras histórias – Lygia Fagundes Telles
  42. O guardião do tempo – Mitch Albom
  43.  Clube do filme – David Gilmour
  44. Carta ao pai – Franz Kafka
  45. Para sempre – Kim e Krickitt Carpenter
  46. Vampyro: O terrível diário perdido do Dr. Cornélius Van Helsing
  47. Paixões – Rosa Montero
  48. Dias perfeitos – Raphael Montes
  49. Muncle Trogg: O menor gigante do mundo – Janet Foxley
  50. Muncle Trogg e o burro voador – Janet Foxley
  51. O grande livro das pessoas sem nome – Leandro Soriao Marcolino
  52. Se arrependimento matasse – Alma Cervantes
  53. Crime na universidade – Pedro Macedo
  54. Silêncio – Ilan Brenman
  55. Hideout – Masasumi Kakizaki
  56. Os sofrimentos do jovem Werther – Goethe
  57. Malala: A menina mais corajosa do mundo – Viviana Mazza
  58. O jardim do diabo – Luis Fernando Verissimo
  59. Robin Williams – Emily Herbert
  60. O paraíso são os outros – Valter Hugo Mãe
  61. Entre o silêncio das pedras – Luís Ferreira
  62. Tormento – John Boyne
  63. Social Killers – J. J. Slate e R. J. Parker
  64. Aventuras de menino – Mitsuru Adachi
  65. Hellraiser – Clive Barker
  66. Minha breve história – Stephen Hawking
  67. Lavoura arcaica – Raduan Nassar
  68. A ovelha negra e outras fábulas – Augusto Monterroso e Jaguar
  69. Queria tanto – Livia Brazil
  70. 2083 – Vicente Muñoz Puelles
  71. Caçada ao maníaco do parque – Luísa Alcade e outros
  72. Psicopata – José Luiz Tavares
  73. Serial Killers – Charlotte Greig
  74. Volto semana que vem – Maria Pilla
  75. Menina má – William March
  76. Veneno – Sarah Pinborough
  77. Feitiço – Sarah Pinborough
  78. Poder – Sarah Pinborough
  79. Elevador 16 – Rodrigo de Almeida
  80. Brás, Bexiga e Barra Funda – Antônio de Alcântara Machado
  81. Reunião de poesias – Adélia Prado
  82. Coisas da vida – Martha Medeiros
  83. O menino que desenhava monstros – Keith Donohue
  84. Delirium – Carlos Patricio
  85. Obsessão macabra – Raphael de Almeida
  86. O vendedor de sonhos – Augusto Cury
  87. Geek Love – Eric Smith

NÃO LIDOS

  1. 101 dias em Bagdá – Asne Seierstad
  2. P. S. eu te amo – Cecelia Ahern
  3. A história sem fim – Michael Ende
  4. A décima terceira história – Diane Setterfield
  5. O lado bom da vida – Matthew Quick
  6. Histórias íntimas – Mary Del Priore
  7. O homem que sussurrava aos Ummitas – J. J. Benítez
  8. Paula – Isabel Allende
  9. 1822 – Laurentino Gomes
  10. Guia politicamente incorreto da história do mundo – Leandro Narloch
  11. 1808 – Laurentino Gomes
  12. Evangelho de sangue – Clive Barker
  13. Vinte mil pedras no caminho – Fabian Penny Nacer e Jorge Tarquini
  14. Ele está de volta – Timur Vermes
  15. O rei de amarelo – Robert W. Chambers
  16. Guia de um incendiário de casas de escritores – Brock Clarke
  17. O desastronauta – Flávio Moreira da Costa
  18. A pequena ilha – Andrea Levy
  19. Cartas de amor aos mortos – Ava Dellaira
  20. A fala e a fúria – Ana Lúcia Modesto
  21. Meu vizinho é um psicopata – Martha Stout
  22. Factótum – Charles Bukowski
  23. O espadachim de carvão – Affonso Solano
  24. O espadachim de carvão e as pontes de Puzur – Affonso Solano
  25. Enciclopédia dos quadrinhos – Fernando Goida e André Kleinert
  26. The Walking Dead 1 – Robert Kirkman e Jay Bonansinga
  27. The Walking Dead 2 – Robert Kirkman e Jay Bonansinga
  28. The Walking Dead 3 – Robert Kirkman e Jay Bonansinga

… E mais uns 15 volumes da coleção Seleções Reader =)

E é isso! Espero que com esta postagem você se inspire e faça o mesmo. É ótimo sabermos que tem mais pessoas lendo por causa de nosso desapego. Faça uma experiência, e depois me conte 😉