Resenha [Livro] Vamos dar a volta ao mundo? – Marina Klink

Oi pessoal, tudo bem?

Hoje venho indicar um livro direcionado ao público infantil, que estará disponível em sua versão digital, até dia 06 de abril (próxima segunda feira) na Amazon! Clique aqui para ter acesso!

Vamos dar a volta ao mundo?: Conhecendo nosso planeta com a família Klink (Companhia das Letrinhas, 2018, 40 p.), da autora Marina Klink e ilustrado por Cárcamo, conta de forma bem fácil e deliciosa sobre alguns costumes que a família Klink tem ao viajar, e sobre os lugares que já viajaram mar adentro – literalmente!

Para quem ainda não ligou o nome à família rs, Marina é casada com Amyr Klink, o grande navegador brasileiro que em 1984 cruzou o Atlântico Sul a remo, sendo o primeiro brasileiro a realizar o feito. Aliás, já falei de alguns livros dele por aqui, e indico que leiam as resenhas, mas principalmente os livros! Abaixo deixo o link para que você acesse as resenhas completas!

No livro, a autora nos conta que cada um é responsável por algo em suas viagens: Marina, por exemplo, é responsável por contar sobre os bichos que eles veem (se eles são perigosos, mansinhos, o que gostam de comer…), além de ser responsável por fotografar tudo. Já a Tamara (filha) é aventureira; a Laura (filha) adora ir ao deserto; e a Marininha (Filha) gosta dos lugares frios.

Trecho do livro, disponibilizado pela Amazon

O livro todo é repleto de ilustrações lindíssimas (como já citei, do ilustrador Cárcamo), e ao final, temos acesso a algumas fotos das viagens da Família Klink pelo mundo.

Aliás, a família é bem ativa no Instagram (digo essa rede em específico, pois já os sigo há um tempo rs). Abaixo, deixo o link de cada um deles para que você possa segui-los também e ter acesso às belíssimas fotos (ilustrações da Tamara e poemas da Laura, que eu amo!).

Marina Klink

Marina Helena Klink (Marininha)

Amyr Klink

Tamara Klink

Laura Klink

Resenhas dos livros de Amyr:

Não há tempo a perder, Amyr Klink (depoimento a Isa Pessoa), editora Tordesilhas

Cem dias entre céu e mar, Amyr Klink, editora Companhia de Bolso – VÍDEO

Cem dias entre céu e mar, Amyr Klink, editora Companhia de Bolso – ESCRITA

Site da autora Marina Klink

Título: Vamos dar a volta ao mundo?: Conhecendo nosso planeta com a família Klink

Autora: Marina Klink

Editora: Companhia das Letrinhas

Páginas: 40 p.

Resenha [Filme] Lost Girls: Os Crimes de Long Island

Oi pessoal, tudo bem?

Venho hoje indicar um filme lançado no Brasil em março deste ano, e que assisti recentemente na Netflix: “Lost Girls: Os crimes de Long Island” (2020).

O filme conta a história real de Mari Gilbert, mãe da desaparecida jovem Shannan. Indo contra tudo e todos, Mari tenta de todas as formas provar o assassinato de sua filha, algo que era bem difícil, devido a algumas circunstâncias, e devido ao fato de ela ser garota de programa – situação que incomodava e causava desprezo em algumas pessoas.

Minha opinião: Filme bem interessante e triste, que traz uma grande reflexão: em meio a tudo o que estava acontecendo na região – o desaparecimento não somente de uma garota, mas de várias – o que foi feito pela polícia local foi o bastante? Eles agiam assim por se tratarem de garotas de programa? Os habitantes locais poderiam ter auxiliado melhor com as buscas e pistas? Até onde a empatia alcança o coração das pessoas?

O que mais me marcou, foi que em determinada parte do filme, eu comecei a me perguntar se Mari (a mãe de Shannan) estava realmente falando a verdade, ou se, como diria a polícia, era uma louca. Nós somos jogados contra essa pergunta o tempo todo: a forma como nos é apresentada a história ajuda nesse julgamento; mas também nos mostra como é fácil para nós, que estamos de fora, julgarmos a “loucura”, a preocupação de uma mãe (que não importa se foi tão presente, ou não, na vida da filha até aquele momento) que não tem a quem mais recorrer.

Trailer:

Título: Lost Girls: Os crimes de Long Island

Direção: Liz Garbus

Gênero: Drama / Baseado em fatos reais

Duração: 95 min.

Resenha [Filme] A última gargalhada

Oi pessoal, tudo bem?

Hoje vim falar sobre um filme que assisti na última semana, lançado em 2019 pela Netflix: A última gargalhada.

Al Hart (Chevy Chase) é um idoso que acaba de se mudar para uma casa de repouso, por indicação de sua neta Jeannie (Kate Macucci). Ele era empresário do showbiz há muitos anos e acabou deixando alguns sonhos de lado por ocasiões da vida. Nesse asilo, encontra um antigo cliente, Buddy Green (Richard Dreyfuss), que por sinal era um ótimo comediante dos palcos… E que também havia deixado de lado sua carreira. Os dois, juntos, irão (re)viver seus planos, suas histórias, seus propósitos de quando eram jovens.

Minha opinião: Talvez eu estivesse com altas expectativas em relação a esse filme. No início (e somente no início), jurava que havia sido dirigido pelo Woody Allen, por parecer algo bem leve, com uma trilha sonora agradável, com aquele típico cotidiano que vemos nos filmes de Allen (confesso que, quando me lembrava, até procurava o Woody em alguma cena, só para ter certeza de que não havia um dedinho dele ali rs). Porém, lá pela metade do filme, já estava dando “pause” para ver quanto tempo ainda faltava para terminar. Não que o filme seja de todo ruim, mas chega um momento em que ele é cansativo. Talvez por falta de história, talvez pela falta da “gargalhada” do título (coisa que não necessariamente haveria de ter; mas que eu esperei ansiosamente). Por se tratar de um filme de comédia, imaginei que fosse me divertir bem mais. Soltei alguns risinhos, o final do filme foi (relativamente) bonito… Mas não indicaria, se alguém me pedisse um filme com humor.

Trailer:

Título: A última gargalhada, 2019

Direção: Greg Pritikin

Gênero: Comédia

Duração: 98 min.

Resenha [Livro] O conto da ilha desconhecida – José Saramago

Oi pessoal, tudo bem?

Essa última semana eu reli um livro pela terceira vez, e ainda não entendi muito bem os efeitos que ele tem sobre mim! rs. Isso acontece com vocês também? Mais abaixo tentarei deixar essa impressão mais clara.

O conto da ilha desconhecida (1997, 64 p.), do autor José Saramago, lançado pela editora Companhia das Letras, é uma história curta, que nos conta de um homem que vai ao rei lhe pedir um barco, para que possa viajar até uma ilha desconhecida. Chegando ao castelo, não é atendido de imediato, e para que seu pedido seja realizado, tem de esperar três dias… Até o rei perceber que com toda essa espera, seu modo de governar poderia ficar mal falado. De tanto insistir, o homem acaba ganhando o barco que tanto queria.

Minha opinião: Como disse no início da postagem, essa é a terceira vez em que leio. E talvez o que eu sinta com esse livro, é o mesmo que sinto com o livro Bonsai, de Alejandro Zambra. Um sentimento diferente, que sendo feita uma leitura rápida (coisa que não é difícil, já que o modo como Saramago escreve, facilita o processo rs. Não tem muitos pontos finais, mas várias vírgulas. É um modo de escrita rápido pela falta de pontuação), deixamos passar muitas coisas nas entrelinhas. Mas ao nos distanciarmos do livro e de sua leitura, começamos a entender alguma coisa; começamos a ver uma ilha desconhecida ao longe… É como se estivéssemos num barquinho e ao nos aproximarmos da ilha, começarmos a ver a coisa com mais clareza – virando uma ilha conhecida.

“Que é necessário sair da ilha para ver a ilha, que não nos vemos se não saímos de nós.”

Leia… Reflita sozinho sobre a história. Tenho certeza que irá valer a pena!

Título: O conto da ilha desconhecida

Autor: José Saramago

Editora: Companhia das Letras

Páginas: 64 p.